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O agronegócio brasileiro exportou US$ 169,2 bilhões em 2025, equivalente a 48,5% de tudo o que o Brasil vendeu ao exterior. Soja, carnes, produtos florestais, café e complexo sucroalcooleiro lideraram a pauta, sustentados por uma extensa cadeia que inclui mecanização, manutenção e reposição de peças agrícolas.

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Antes de um navio carregado de soja deixar um porto brasileiro, existe uma sequência enorme de operações acontecendo longe do oceano.

A área é preparada. A cultura é implantada e manejada. Depois chegam colheita, transporte, armazenagem e logística até o produto alcançar seu destino.

Em muitas dessas etapas, máquinas agrícolas são fundamentais.

Por isso, existe uma conexão interessante entre dois mercados que parecem distantes: exportação agrícola e reposição de peças.

Quanto maior e mais mecanizada é a produção, mais importante se torna manter tratores, colheitadeiras e implementos disponíveis durante suas respectivas janelas de operação.

QUANTO O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO EXPORTA?

Os números mais recentes consolidados ajudam a dimensionar essa cadeia.

Em 2025, as exportações do agronegócio brasileiro alcançaram o recorde de US$ 169,2 bilhões, crescimento de aproximadamente 3% sobre 2024.

Além disso, o setor respondeu por 48,5% do valor total exportado pelo Brasil.

Outro número chama atenção: o superávit comercial do agronegócio atingiu US$ 149,07 bilhões no período.

AGRONEGÓCIO BRASILEIRO EM 2025

IndicadorResultado
Exportações do agronegócioUS$ 169,2 bilhões
Participação nas exportações brasileiras48,5%
Superávit comercial do agronegócioUS$ 149,07 bilhões
Principal destinoChina
Exportações para a ChinaUS$ 55,3 bilhões
Participação chinesa32,7%

Esses resultados mostram por que acompanhar o comércio exterior também é relevante para empresas inseridas na cadeia de máquinas e peças agrícolas.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS PRODUTOS EXPORTADOS PELO AGRONEGÓCIO?

Uma atualização importante em relação ao texto original é necessária.

Quando observamos grupos de produtos, e não somente itens individuais, os cinco maiores do agronegócio em 2025 foram:

  1. complexo soja;
  2. carnes;
  3. produtos florestais;
  4. café;
  5. complexo sucroalcooleiro.

Juntos, representaram aproximadamente 78,3% das exportações do agronegócio brasileiro naquele ano.

GrupoExportações em 2025
Complexo sojaUS$ 52,89 bilhões
CarnesUS$ 31,81 bilhões
Produtos florestaisUS$ 16,52 bilhões
CaféUS$ 16,08 bilhões
Complexo sucroalcooleiroUS$ 15,06 bilhões

Essa composição é mais precisa do que simplesmente afirmar que soja, carne bovina, açúcar, café e milho são, nessa ordem, “as cinco maiores exportações”.

1. SOJA: A PRINCIPAL PROTAGONISTA

A soja em grãos permaneceu como o principal produto individual da pauta exportadora do agronegócio brasileiro em 2025.

Foram embarcadas 108,2 milhões de toneladas, recorde para o produto, gerando US$ 43,5 bilhões em receitas.

A China continua exercendo papel central nesse mercado.

Aliás, quando analisamos toda a pauta agropecuária comprada pelos chineses em 2025, o complexo soja respondeu por 62,6% do valor.

Para chegar a esses volumes, existe uma cadeia mecanizada que passa por diferentes etapas.

plantio → manejo → colheita → movimentação → armazenagem → transporte → exportação.

Uma falha em uma colheitadeira durante uma janela crítica parece pequena diante de US$ 43,5 bilhões em exportações. Para a operação que está parada, entretanto, ela está longe de ser pequena.

2. CARNES: UMA CADEIA QUE VAI MUITO ALÉM DA PECUÁRIA

O grupo das carnes alcançou aproximadamente US$ 31,81 bilhões em exportações em 2025.

Dentro dele, a carne bovina respondeu pela maior participação, seguida por carne de frango e carne suína.

Somente a carne bovina alcançou US$ 17,9 bilhões, com crescimento de 39,9% em valor sobre 2024.

E onde entram as máquinas agrícolas?

Na produção dos grãos utilizados na alimentação animal, na produção de forragens, no transporte interno, no manejo de propriedades e em diferentes operações que sustentam essas cadeias.

Portanto, mecanização agrícola e proteínas animais possuem mais conexões do que pode parecer à primeira vista.

3. CAFÉ: O BRASIL CONTINUA COM FORTE PRESENÇA INTERNACIONAL

O café apresentou desempenho expressivo em 2025.

As exportações do grupo alcançaram aproximadamente US$ 16,08 bilhões, sendo o café verde responsável pela maior parcela.

Segundo o Ministério da Agricultura, o valor exportado pelo setor cresceu 30,3% no ano, influenciado também pelos elevados preços internacionais.

A União Europeia possui especial relevância nessa cadeia. Em 2025, o café representou 29,2% da pauta do agronegócio brasileiro destinada ao bloco.

Mais uma vez, tecnologia, mecanização e disponibilidade dos equipamentos participam da construção dessa competitividade.

4. AÇÚCAR E O COMPLEXO SUCROALCOOLEIRO

O complexo sucroalcooleiro exportou aproximadamente US$ 15,06 bilhões em 2025.

O açúcar respondeu por cerca de 93,7% desse valor, enquanto o etanol representou aproximadamente 6,2%.

Essa é outra cadeia intensamente mecanizada.

Plantio, tratos culturais, colheita e movimentação da cana envolvem máquinas operando sob condições exigentes e por períodos prolongados.

Consequentemente, manutenção e planejamento de reposição tornam-se especialmente relevantes.

5. MILHO CONTINUA ESTRATÉGICO

Embora o milho não esteja entre os cinco maiores grupos exportadores quando a classificação é feita dessa maneira, continua sendo uma commodity extremamente importante.

Em 2025, foi responsável por aproximadamente 83,6% das exportações do grupo de cereais, farinhas e preparações.

Seus principais destinos naquele ano incluíram:

  • Irã: 19,6%;
  • Egito: 15,4%;
  • Vietnã: 11,2%;
  • União Europeia: 6,4%;
  • Arábia Saudita: 4,5%;
  • Bangladesh: 3,8%;
  • Marrocos: 3,7%;
  • China: 3,6%.

Esse quadro também mostra por que listas antigas de destinos precisam ser atualizadas regularmente: os fluxos comerciais mudam.

PARA ONDE VAI O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO?

A internacionalização do agro brasileiro é bastante ampla, mas três mercados se destacaram em 2025.

DestinoValor em 2025Participação
ChinaUS$ 55,30 bilhões32,7%
União EuropeiaUS$ 25,21 bilhões14,9%
Estados UnidosUS$ 11,40 bilhões6,7%

A China permanece, portanto, como o principal destino do agronegócio brasileiro.

E essa liderança continua relevante em 2026: no primeiro trimestre do ano, o mercado chinês respondeu por 29,8% das exportações do setor.

CHINA, EUROPA E ESTADOS UNIDOS COMPRAM AS MESMAS COISAS?

Não.

Existe uma diferença importante na composição das compras.

Em 2025, o complexo soja representou 62,6% da pauta agropecuária brasileira destinada à China.

Na União Europeia, café, complexo soja e produtos florestais apareceram entre os principais grupos.

Já nos Estados Unidos, produtos florestais, café, carnes e sucos tiveram forte participação.

Isso demonstra a diversidade da produção brasileira e também a importância de diferentes cadeias agrícolas para o comércio exterior.

DO CAMPO AO PORTO: EXISTE UMA LONGA CADEIA ANTES DA EXPORTAÇÃO

Exportar não começa no porto.

Uma carga de soja produzida no Centro-Oeste, por exemplo, pode percorrer rodovias, terminais fluviais e hidrovias antes de alcançar um porto do Arco Norte. Café, carnes, celulose e outros produtos também dependem de extensas estruturas logísticas para chegar ao exterior.

Antes disso, porém, existe toda a etapa produtiva.

produção → colheita → armazenagem → transporte → terminal → porto → mercado internacional.

Quanto mais eficiente for cada elo, maior tende a ser a capacidade de toda a cadeia responder às exigências comerciais.

QUAL É O PAPEL DA MANUTENÇÃO DAS MÁQUINAS AGRÍCOLAS?

O texto original fazia uma associação excessivamente direta entre manutenção da máquina e qualidade sanitária do produto exportado.

É melhor separar esses conceitos.

A qualidade e conformidade de um produto destinado à exportação dependem de diversos fatores, incluindo manejo, armazenagem, processamento, rastreabilidade e requisitos sanitários ou fitossanitários aplicáveis.

Já a manutenção das máquinas possui impacto especialmente importante sobre disponibilidade e eficiência operacional.

Uma colheitadeira parada durante a janela de colheita, por exemplo, pode comprometer o planejamento da operação.

Assim, manutenção preventiva busca identificar problemas antes que eles provoquem interrupções inesperadas.

O QUE ACONTECE QUANDO UMA MÁQUINA PARA EM UMA OPERAÇÃO CRÍTICA?

Uma sequência começa imediatamente:

diagnóstico → identificação da peça → localização do componente → transporte → instalação → retorno à operação.

É justamente nesse momento que a eficiência da cadeia de reposição aparece.

A tecnologia da máquina importa.

A capacidade da oficina importa.

Porém, ter acesso ao componente correto também importa.

EXPORTAÇÕES AGRÍCOLAS E MERCADO DE PEÇAS: QUAL É A CONEXÃO?

Ela pode ser entendida por meio de uma cadeia simples:

demanda mundial por alimentos, fibras e energia

produção agrícola brasileira

mecanização

horas de utilização das máquinas

desgaste e manutenção

necessidade de reposição

distribuidores + lojistas + revendas + oficinas

Portanto, o mercado de peças agrícolas é um dos muitos elos que dão suporte à capacidade produtiva do agronegócio.

UMA SAFRA FORTE TAMBÉM EXIGE PLANEJAMENTO DO AFTERMARKET

Para empresas de reposição, acompanhar somente o código da peça não é suficiente.

Também é interessante observar o que acontece no mercado agrícola.

Por exemplo:

  • expansão ou retração de determinadas culturas;
  • calendário regional das safras;
  • evolução do parque de máquinas;
  • modelos predominantes em cada região;
  • histórico de pedidos;
  • períodos de manutenção;
  • demanda por determinadas aplicações.

Dessa forma, informação agrícola pode se transformar em inteligência de estoque.

EXPORTAÇÃO CRESCENDO X DEMANDA PARA O DISTRIBUIDOR

Movimento no agronegócioPossível impacto na cadeia de reposição
Maior produçãoMaior utilização de determinados equipamentos
Expansão de área mecanizadaEvolução do parque de máquinas
Safra entrando em colheitaMaior criticidade da disponibilidade
Novos modelos no mercadoNovas aplicações de peças
Máquinas acumulando horasNecessidades periódicas de manutenção
Safras regionais diferentesSazonalidade da demanda
Maior profissionalizaçãoMais planejamento de manutenção e estoque

É importante observar que essas relações não significam que uma alta nas exportações produzirá automaticamente aumento proporcional na venda de determinada peça.

A demanda de reposição depende de muitos outros fatores.

Entretanto, compreender a dinâmica agrícola ajuda o distribuidor a interpretar melhor seu mercado.

COMO LOJISTAS E DISTRIBUIDORES PODEM SE PREPARAR?

Uma estratégia B2B de estoque pode começar com cinco perguntas:

1. QUAIS CULTURAS MOVIMENTAM AS REGIÕES QUE ATENDO?

Soja, milho, café e cana possuem calendários e máquinas diferentes.

2. QUAIS MÁQUINAS ESTÃO PRESENTES NESSAS OPERAÇÕES?

Conhecer a frota ajuda a mapear aplicações.

3. QUAIS CÓDIGOS APARECERAM NAS ÚLTIMAS SAFRAS?

Histórico de vendas é uma fonte importante de informação.

4. QUANTO TEMPO LEVA PARA REPOR CADA ITEM?

Quanto maior o prazo, maior a importância do planejamento.

5. QUANDO A DEMANDA TENDE A AUMENTAR?

Relacionar vendas anteriores ao calendário agrícola ajuda a identificar sazonalidade.

O objetivo não é simplesmente encher o estoque.

É aumentar a disponibilidade dos produtos relevantes sem perder eficiência na gestão do capital.

EG INDÚSTRIA E COMÉRCIO: FORNECIMENTO B2B DE PEÇAS AGRÍCOLAS

A EG Indústria e Comércio de Peças Agrícolas atua em um dos elos dessa extensa cadeia: o fornecimento de componentes para o mercado de reposição.

O atendimento é exclusivamente B2B, direcionado a:

  • distribuidores;
  • lojistas;
  • revendas agrícolas;
  • oficinas especializadas.

O portfólio contempla aplicações para máquinas de fabricantes como John Deere, AGCO e New Holland, com atendimento comercial a empresas no Brasil e na América Latina.

A EG não realiza vendas diretamente ao consumidor final.

Portanto, o papel da empresa não é fornecer diretamente ao produtor, mas abastecer empresas que participam da cadeia de manutenção e reposição agrícola.

CHECKLIST PARA PREPARAR O ESTOQUE PARA AS PRÓXIMAS SAFRAS

Antes da próxima compra, sua empresa pode analisar:

  • culturas predominantes nas regiões atendidas;
  • calendário de plantio e colheita;
  • marcas e modelos predominantes;
  • histórico de vendas por código;
  • aplicações com procura recorrente;
  • prazo médio de reposição;
  • estoque mínimo;
  • itens com pouca movimentação;
  • novos modelos chegando ao mercado;
  • fornecedores disponíveis para cada linha.

Quanto mais informação existir por trás da compra, menos a gestão dependerá apenas de percepção.

FAQ — EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO E PEÇAS AGRÍCOLAS

Quanto o agronegócio brasileiro exportou em 2025?

Foram US$ 169,2 bilhões, recorde anual e equivalente a 48,5% das exportações brasileiras.

Qual foi o principal produto agrícola exportado pelo Brasil?

Considerando produtos individuais do agronegócio, a soja em grãos permaneceu na liderança em 2025, com US$ 43,5 bilhões exportados.

Quais foram os maiores grupos exportadores do agronegócio?

Complexo soja, carnes, produtos florestais, café e complexo sucroalcooleiro lideraram em 2025.

Qual país mais compra produtos do agronegócio brasileiro?

A China. Em 2025, foram US$ 55,3 bilhões, equivalentes a 32,7% das exportações do setor.

O milho continua sendo importante nas exportações?

Sim. O milho permaneceu como o principal produto dentro do grupo de cereais, farinhas e preparações em 2025.

Qual é a relação entre exportações agrícolas e peças de reposição?

Produção agrícola em escala depende de mecanização. Conforme máquinas trabalham e acumulam horas de operação, manutenção e reposição tornam-se necessárias para preservar sua disponibilidade.

A EG fornece peças diretamente aos agricultores?

Não. A EG atende exclusivamente o mercado B2B, formado por distribuidores, lojistas, revendas agrícolas e oficinas especializadas.

POR TRÁS DE BILHÕES EM EXPORTAÇÕES EXISTEM MILHARES DE MÁQUINAS TRABALHANDO

Os US$ 169,2 bilhões exportados pelo agronegócio em 2025 impressionam.

Porém, esses números começam muito antes dos portos.

Começam na produção, passam pela mecanização e dependem de uma extensa rede de empresas responsáveis por manter o agronegócio funcionando.

Para o setor de reposição, compreender esse cenário permite enxergar peças agrícolas não como produtos isolados, mas como componentes de uma cadeia produtiva global.

Sua empresa é distribuidora, lojista, revenda agrícola ou oficina especializada? Fale com a EG Indústria e Comércio, solicite o catálogo de peças agrícolas e planeje seu estoque para as demandas do mercado brasileiro de reposição.